sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
A Burra Unanimidade
sexta-feira, 5 de outubro de 2007
Mianmar: fique por dentro
Myanmar, Mianmar ou Mianmá (a antiga Birmânia ou Burma) é um país asiático, limitado a norte e nordeste pela China, a leste pelo Laos, a sudeste pela Tailândia, a sul pelo Mar de Andaman e pelo Canal de Coco (através do qual se chega ao estado insular indiano de Andaman e Nicobar), a oeste pela Baía de Bengala e a noroeste por Bangladesh e pela Índia. Sua capital é Naypyidaw.
No século XIX, o Império Britânico invade a Birmânia, incorpora-a à sua colônia da Índia, expulsando a família real para um exílio na Índia. As primeiras guerras anglo-birmanesas ocorreram em 1824 e 1853. Foi também em 1853 que, sob o governo do rei Mindon, iniciou-se uma intensa revolução industrial em paralelo à descoberta de petróleo. Em
Durante a Segunda Guerra Mundial, no período de 1942 a 1945, a Birmânia é ocupada pelo Japão, onde ocorrem violentos combates.
Obteve a sua independência do Reino Unido em 4 de Janeiro de 1948, sendo esta a data do seu feriado nacional.
Em 1962, um golpe militar leva ao poder o general U Ne Win, estabelecendo um regime comunista que governa ditatorialmente até 1988, quando uma onda de protestos populares obriga a sua renúncia. Ainda em 1988 um novo golpe militar leva ao poder o general Saw Maung, dando continuidade ao regime.
Em junho de 1989 o nome do país é alterado para Myanmar.
Em 1990, nas eleições para o parlamento, encarregado de elaborar a nova constituição, a oposição vence com ampla maioria, porém, o governo impede sua atividade. O país mergulha em crise política e social, com o governo reprimindo qualquer manifestação da oposição. No plano econômico, a ditadura estreita as relações com a China.
Uma história de torturas e prisões políticas assombra o país, com a prisão de opositores e a censura da imprensa.
Os conflitos que estão sendo noticiados recentemente é resultado de uma onda de manifestações disseminadas por todo o país por monges e populares que protestam por vários motivos: maior liberdade, degradação da economia e o corte dos subsídios aos combustíveis que paralisou o fraco sistema econômico daquela nação. Verdade é que a veiculação de imagens de casamento nababesco em um país paupérrimo precipitou os acontecimentos. A polícia reprimiu as manifestações pacíficas de maneira extremamente beligerante. Vários mortos e centenas de prisões é o saldo de uma das políticas mais repressivas dos últimos anos ao redor do mundo.
Os Estados Unidos, a União Européia e vários países da região apressaram-se em condenar as ações do governo militar. Já a China pediu "calma" ao governo e aos manifestantes. O veto chinês impediu uma imediata condenação de Myanmar no Conselho de Segurança da ONU.
*Este comentário poderá ser atualizado com o desenrolar dos acontecimentos
sábado, 15 de setembro de 2007
Putin decide retomar vôos estratégicos de bombardeiros
SHEBARKUL, Rússia (AFP) - O presidente da Rússia, Vladimir Putin, anunciou nesta sexta-feira a retomada imediata e permanente dos vôos estratégicos de bombardeiros russos, uma prática da Guerra Fria.
"Decidimos retomar os vôos estratégicos russos de forma permanente. Os aviões estarão no ar hoje à meia-noite", hora de Moscou, 20H00 GMT, declarou em Shebarkul, nos Urais.
"Em 1992, a Rússia pôs fim de forma unilateral a esses vôos (...) Infelizmente nem todos seguiram nosso exemplo, continuando com seus vôos", disse Putin, no que parece uma alusão aos Estados Unidos.
"Isto criou alguns problemas para garantir a segurança da Rússia", declarou.
"As patrulhas vão funcionar em zonas de intensa atividade marítima e econômica da Rússia", especificou o Presidente.
Este anúncio significa que a Rússia voltará a ter no ar, em todas as horas, seus bombardeiros habilitados para o transporte de mísseis nucleares.
Estes vôos de longo alcance foram suspensos em 1992, depois da queda da União Soviética, devido à falta de financiamento do Exército. Desde então a Rússia limitou-se a realizá-los de forma episódica.
Os Estados Unidos reagiram com desdém ao anúncio.
"É uma decisão que cabe a eles tomar; é interessante", limitou-se a dizer o porta-voz do Departamento de Estado americano, Sean McCormack, aproveitando para lembrar que os russos possuíam "velhos aparelhos".
Putin fez o anúncio em Shebarkul, onde assistia junto com o presidente chinês, Hu Jintao, a uma série de manobras militares espetaculares da Organização de Cooperação de hangai, que aspira a ser um marco ante os Estados Unidos e a Aliança Atlântica (Otan).
A Rússia havia multiplicado nas últimas semanas as saídas de seus bombardeiros.
No dia 20 de julho foram avistados pelo exército norueguês no mar do Norte e no começo de agosto sua passagem fez soar os alarmes dos radares americanos no Pacífico.
Nesta semana, a aviação russa realizou manobras sobre os oceanos Atlântico e Pacífico, assim como no Pólo Norte, para disparar mísseis cruzeiro.
Ivan Safrantchuk, especialista militar do Centro para as Informações de Defesa em Moscou, interpreta a decisão de Putin como um sinal adicional da intenção da Rússia de recuperar sua supremacia.
"Agora há dinheiro. E para a Rússia, o que importa, é o equilíbrio de forças, e voltar a ser igual aos demais, principalmente aos Estados Unidos", estimou, minimizando o perigo de uma volta à Guerra Fria.
* Esse assunto está no contexto da guerra fria que aparentemente está sendo retomada.Releia a apostila da 4ª remessa, lição 11 e página A104.
China dispara alarme antiaéreo simulando um ataque de Taiwan
Xangai, 15 set (EFE).- A China promoveu hoje em Xangai seu maior teste de alarme antiaéreo desde 1949, simulando um hipotético ataque de Taiwan, em cinco distritos, antre eles o emblemático centro financeiro de Lujiazui.
As sirenes começaram a soar às 10h (23h de sexta-feira, em Brasília). Foram três alertas num período de 23 minutos entre os arranha-céus de Lujiazui, cuja arquitetura futurista constitui uma atração turística à parte, ao lado do rio Huangpu, na margem oposta à do centro histórico de Xangai.
Pela sua importância e pela proximidade com Taiwan, Xangai é considerado um dos alvos militares mais prováveis em caso de guerra, segundo os analistas militares.
A Defesa Civil informou à população dos distritos envolvidos na simulação através dos canais de televisão, segundo os fóruns sobre o tema "Taiwan" do popular portal de internet "Sohu.com". Além disso, as autoridades pediram aos moradores que procurassem não alterar a sua vida normal.
O Escritório Municipal de Defesa Civil da metrópole limitou-se a repetir à Efe a lacônica informação da imprensa oficial. O órgão não confirmou nem desmentiu que o teste esteja relacionado com Taiwan, mas a data escolhida coincide com uma manifestação independentista na ilha, convocada pelo Partido Democrata Progressista (PDP).
O presidente taiuanês, Chen Shui-bian, do PDP, minimizou ontem o perigo de um conflito com a China no caso de um plebiscito sobre sua intenção de entrar para a ONU com o nome de Taiwan. A votação está prevista para março. EFE
*Leia a apostila de História da 5ª remessa, lição 12, página A132.
Atente para o mapa e identifique a ilha de Taiwan e lembre-se que após a guerra civil, os nacionalistas fugiram para essa região fundando Taiwan.


